Nove das dez seleções africanas avançam ao mata-mata da Copa do Mundo de 2026

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Nove das dez equipes que representam o continente africano na Copa do Mundo de 2026 garantiram vaga na fase de mata-mata. Apenas a Tunísia foi eliminada ainda na etapa de grupos, registrando a segunda pior campanha do torneio — desempenho superior apenas ao do Iraque.

Classificaram-se Marrocos, Egito, Argélia, Senegal, Costa do Marfim, Gana, República Democrática do Congo, África do Sul e a estreante Cabo Verde. A participação em massa confirma a evolução das seleções africanas em competições internacionais, fenômeno que vem sendo observado desde a década de 1990.

Próximos confrontos

A sequência de partidas eliminatórias para os africanos começa ainda nesta sexta-feira (28):

  • 28/6 – África do Sul x Canadá
  • 29/6 – Marrocos x Holanda
  • 30/6 – Costa do Marfim x Noruega
  • 1º/7 – Bélgica x Senegal
  • 1º/7 – Inglaterra x RD Congo
  • 3/7 – Austrália x Egito
  • 3/7 – Argentina x Cabo Verde
  • 3/7 – Suíça x Argélia
  • 3/7 – Colômbia x Gana

Evolução ao longo das décadas

O crescimento das seleções africanas ficou evidente em momentos marcantes da história recente do futebol:

  • 1990 – Camarões chegou às quartas de final na Itália e quase eliminou a Inglaterra.
  • 1996 – Nigéria conquistou o ouro olímpico em Atlanta, deixando o Brasil pelo caminho.
  • 2000 – Camarões repetiu o feito e levou o ouro em Sydney.
  • 2010 – Gana alcançou as quartas de final na África do Sul.
  • 2022 – Marrocos foi semifinalista no Catar, melhor resultado da África em Copas.

Agora, em 2026, o continente volta a chamar atenção com a presença majoritária na fase decisiva. As partidas dos próximos dias definirão quantas dessas seleções seguirão em busca de uma vaga histórica nas fases finais.

Com informações de UOL

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Rafael Oliveira é profissional do mercado digital desde 2021, com experiência em produção de conteúdo, SEO e gestão de portais de notícias. Como responsável pelo RSO Notícias, dedica-se a oferecer informações confiáveis, atualizadas e relevantes, sempre com compromisso editorial, transparência e qualidade na comunicação.