Jesse Marsch, técnico da seleção canadense, afirmou que não se incomoda com as críticas ao hábito de reunir os jogadores ainda no gramado para discursos motivacionais. A declaração veio neste domingo (28), logo depois da vitória por 1 a 0 sobre a África do Sul, em Los Angeles, resultado que colocou o Canadá pela primeira vez nas oitavas de final de uma Copa do Mundo.
“Estou cagando para o que dizem”
Questionado sobre comentários de que a prática seria “performática”, o treinador de 52 anos respondeu de forma direta:
“As pessoas gostam de dizer que é performático se reunir no campo. Francamente, eu estou cagando para o que as pessoas têm a dizer. Eu só me importo com a nossa equipe e o que fazemos juntos”, afirmou.
Marsch explicou que prefere falar com o grupo antes de os atletas se dispersarem para entrevistas. Segundo ele, o momento imediatamente após a partida é o único em que consegue juntar todos antes que “cada um seja puxado em um milhão de direções diferentes pela imprensa”.
Primeira vez no mata-mata
O triunfo em Los Angeles selou a classificação inédita dos canadenses ao mata-mata. O comandante lamentou não ter vivido o feito diante da torcida em Vancouver, mas destacou “o caráter, a qualidade e a união” demonstrados pela equipe.
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No cargo desde maio de 2024, o técnico norte-americano agora prepara o time para enfrentar Holanda ou Marrocos nas oitavas. Se avançar, o Canadá alcançará as quartas de final pela primeira vez.
Com informações de UOL