A seleção da Espanha encara a Bélgica na próxima sexta-feira, pelas quartas de final da Copa do Mundo, em duelo que coloca frente a frente um time invicto há 35 partidas e uma equipe embalada por vitória expressiva sobre os Estados Unidos.
Os belgas chegam após goleada de 4 x 1 sobre os norte-americanos, resultado obtido logo depois de um episódio incomum: o atacante dos EUA Folarin Balogun teve a suspensão de um jogo cancelada após intervenção direta do então presidente Donald Trump junto ao presidente da Fifa, Gianni Infantino. Com o reforço em campo, o elenco comandado por Rudi Garcia avançou com autoridade.
Espanha mantém série invicta
Dirigida por Luis de la Fuente, a Espanha não perde desde a eliminação nos pênaltis para o Marrocos nas oitavas da Copa de 2022. De lá para cá, conquistou a Liga das Nações em 2023, levantou o quarto título europeu em 2024 e foi vice da Liga das Nações de 2025, caindo diante de Portugal nos pênaltis após empate sem gols.
Na atual Copa, a última vítima espanhola foi justamente Portugal: triunfo por 1 x 0, graças a gol de Mikel Merino nos acréscimos, depois de assistência de Ferran Torres, ambos vindos do banco. A profundidade do elenco é considerada o principal trunfo; na Euro 2024, 10 jogadores diferentes marcaram os 15 gols da campanha campeã.
Mesmo sem estar 100% fisicamente após lesão na coxa sofrida em abril, o jovem Lamine Yamal também tem contribuído com lampejos criativos que desestabilizam defesas rivais.
Problema no meio belga
A Bélgica precisará se adaptar à ausência do volante Amadou Onana, que rompeu o ligamento cruzado anterior durante a partida contra os Estados Unidos. A lesão obriga Garcia a buscar alternativa para enfrentar um adversário conhecido por controlar o jogo desde o início.
Imagem: Internet
Apesar da baixa, os belgas já demonstraram capacidade de superação em momentos de pressão e confiam no bom momento ofensivo para tentar quebrar a série invicta espanhola.
A bola rola na sexta-feira, valendo vaga na semifinal.
Com informações de UOL Esporte/Reuters