
Resumo da Notícia
- Dólar fechou a terça-feira (07/10) a R$ 4,975, menor cotação desde maio, acumulando queda de 9,37% em 2026.
- Ibovespa recuou 0,52% e terminou aos 205.835 pontos, um dia após disparar 7,70% e renovar o recorde histórico de 206.911 pontos.
- Mercado reage ao resultado do primeiro turno das eleições presidenciais; investidores monitoram o segundo turno (25/10), as atas do Fed e o fluxo de capital estrangeiro.
O dólar fechou a terça-feira (07/10) cotado a R$ 4,975, no menor patamar desde maio, e acumula queda de 9,37% em 2026. O Ibovespa recuou 0,52% e encerrou o dia aos 205.835 pontos, um dia depois de disparar 7,70% e renovar o recorde histórico aos 206.911 pontos.
Recorde histórico na véspera
Na segunda-feira (05/10), no primeiro pregão após o primeiro turno das eleições presidenciais, o Ibovespa saltou 7,70% e fechou aos 206.911 pontos, com máxima intradiária de 209.605 pontos. O rali refletiu o otimismo dos investidores com o resultado das urnas.
Dólar renova mínima do ano
A moeda americana aprofundou as perdas frente ao real, amparada pelo enfraquecimento global do dólar — o índice DXY marcou 101,848 — e pela estabilidade do petróleo, que sustenta o apetite por ativos de risco. Na véspera, o dólar já havia fechado abaixo de R$ 5 pela primeira vez no ano.
Efeitos no bolso do brasileiro
Com o dólar abaixo de R$ 5, viagens internacionais, produtos importados e passagens aéreas tendem a ficar mais baratos, aliviando o orçamento das famílias e reduzindo pressões inflacionárias.
O que observar daqui em diante
O mercado acompanha agora a campanha do segundo turno, marcado para 25 de outubro, além das atas do Federal Reserve e do fluxo de capital estrangeiro, que têm ditado o ritmo da bolsa brasileira.
