São Paulo, 29 de junho de 2026 – O jornalista Arnaldo Ribeiro avaliou que a utilização de Neymar em uma partida de mata-mata contra o Japão, caso a seleção brasileira esteja vencendo por margem mínima, representa um risco elevado e desnecessário.
Durante a edição do programa Posse de Bola, do Canal UOL, o comentarista recordou o confronto Holanda x Japão na Copa do Mundo para ilustrar seu ponto de vista. Segundo ele, a equipe holandesa perdeu o controle do jogo após a entrada de Memphis Depay, que passou a desperdiçar a posse de bola e ofereceu contra-ataques ao adversário.
“Eu não consigo tirar da minha retina o jogo Holanda e Japão. Quando a Holanda perdeu o controle? Quando colocou o Memphis Depay. No primeiro jogo do Brasil, o Neymar perdeu nove bolas. Colocá-lo em campo com vantagem mínima é muito arriscado”, afirmou Arnaldo.
O comentarista destacou a condição física do camisa 10 e a maneira como o Japão pressiona e realiza transições rápidas. Para ele, o Brasil precisa de atacantes “com saúde” para manter a intensidade, citando Vinícius, Matheus Cunha e Rayan como opções mais adequadas nesse cenário.
“O papel de Vinícius, Matheus e Rayan, como foi contra a Escócia, é fundamental nesta Copa física de pressão. Um jogador a menos, como normalmente é o Neymar e como foi o Memphis, contra o Japão é muito arriscado”, disse.
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Na análise de Arnaldo, Neymar só deveria ser acionado se a equipe tivesse vantagem de pelo menos dois gols. “Só dá para entrar, na minha opinião, se tiver mais de dois. Brincar com a minutagem do Neymar num jogo mata-mata é correr risco”, completou.
O Posse de Bola vai ao ar diariamente às 8h30 durante a cobertura do UOL para a Copa do Mundo de 2026. Em dias de jogos do Brasil, o programa ganha edições extras após as partidas.
Com informações de UOL