A expansão para 48 seleções não impediu a Copa do Mundo de 2026 de apresentar números superiores aos do Campeonato Brasileiro em diversos indicadores, da eficiência ofensiva à presença de torcedores. Até o encerramento das quartas de final, o torneio de seleções registra média de 2,92 gols por partida, acima dos 2,66 gols do Brasileirão, que já completou 44% do calendário com 177 jogos disputados.
Produção ofensiva
No Mundial, a Argentina lidera o ataque com 2,83 gols por jogo, enquanto o Flamengo é o time mais prolífico da Série A, com 1,82. Mesmo com menos finalizações médias (24,65 contra 26,5 chutes por confronto no Brasil), a Copa mantém índice superior de bolas na rede.
Na briga pela artilharia, Lionel Messi e Kylian Mbappé dividem a liderança mundial com oito gols em seis partidas, média de 1,33 por jogo. No campeonato nacional, o colombiano Kevin Viveros, do Athletico-PR, soma 11 gols em 17 atuações, média de 0,65.
Disputa mais limpa
A disciplina também favorece o torneio de seleções. A Copa registra 22,95 faltas por partida, distribuindo em média 2,5 cartões amarelos e 0,14 vermelhos. Já o Brasileirão contabiliza 26,1 infrações, 4,8 advertências amarelas e 0,29 expulsões por jogo.

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Torcida nas arquibancadas
O Mundial atrai média de 65.274 espectadores por duelo, quase o triplo dos 23.518 presentes às partidas da Série A. Apesar das diferenças, o placar mais repetido em ambas as competições é o empate por 1 a 1.
Com informações de UOL